Tava um calor do caralho aquele dia, daqueles que faz a gente suar até na alma e sentir cada gota escorrendo pela pele. Eu voltando pra casa depois de um rolê com os amigos, o sol rachando a cabeça, e só pensava em chegar logo, tirar essa roupa grudada no corpo e tomar um banho gelado pra aliviar essa buceta quente. No caminho ainda cruzei com o Lucas encostado no portão, sem camisa, exibindo aquele tanquinho malhado, me olhando com aquele sorrisinho safado que já entrega tudo que passa na cabeça dele. A gente trocou umas palavras, ele me chamando de sumida, eu rindo de canto, mas no fundo aquela faísca já tinha acendido algo dentro de mim.
Cheguei em casa, meu pai na sala vidrado na TV, mal respondeu meu oi. Fui direto pro banheiro, ansiosa pra sentir a água fria batendo na pele. Deixei escorrer tudo, fechei os olhos, relaxando… até ouvir um barulho estranho na porta entreaberta. Abri um olho e lá tava ele, o velho, me espionando com a mão enfiada na calça, mexendo devagar na rola dura, ritmado, sem tirar os olhos do meu corpo nu. Meu coração explodiu, porra! Era loucura total, era errado pra caralho, meu próprio pai ali se tocando me olhando daquele jeito nojento e ao mesmo tempo… caralho, meu corpo traiu na hora. Fiquei molhada, excitada, uma mistura de choque e tesão que eu nunca tinha sentido.
Saí do banho enrolada na toalha, cabeça a mil, e quando entrei no quarto ainda nua, deitada na cama tentando processar, comecei a me tocar sem nem pensar. Dedos descendo pela pele, explorando aquela intimidade que ainda latejava. Foi aí que a porta se abriu de novo e ele tava lá, parado, me encarando com um desejo cru que não dava mais pra esconder. Eu deveria ter me coberto, gritado, feito qualquer coisa… mas não. Fiquei exposta, continuando, sentindo o olhar dele percorrer cada centímetro enquanto o ar ficava pesado de tesão proibido.
A coisa esquentou pra valer ali, pai e filha cruzando uma linha que ninguém deveria, mas que naquele momento parecia inevitável. O desejo tomou conta, o tabu virou fogo puro, e cada gemido, cada olhar, cada toque errado só aumentava a loucura. Foi intenso, safado, daqueles que mexe com a cabeça e com o corpo inteiro.
Nesse contos erotico o proibido vira prazer insano e a gente se perde de vez.
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